Um novo caminho para a meditação espontânea

Você já ouviu falar de mindfulness? É um conceito que se popularizou muito nos últimos anos, sendo um conjunto de técnicas de meditação na qual o objetivo é atingir um estado de atenção plena no presente. O mindfulness propõe às pessoas que foquem no momento atual, sem que se percam nas expectativas do futuro ou nas memórias do passado. 

Nós, enquanto seres humanos, temos a tendência de entrar em um modo de piloto automático, respondendo instintivamente a determinadas situações e estímulos. Uma das ideias centrais do mindfulness é que viver sob o comando desse piloto automático nos impede de lidar de maneira objetiva e flexível com situações que estão acontecendo no momento presente, o que pode acarretar uma série de consequências negativas. 

O piloto automático acaba nos colocando em um estado de alienação com o mundo à nossa volta e nos mergulhando em pensamentos, sensações e julgamentos e nos fazendo perder de vista aquilo que está acontecendo bem na nossa frente. 

Por isso, o mindfulness fez tanto sucesso ao redor do planeta nos últimos anos. A capacidade de atenção plena e foco objetivo no que está sendo vivido no momento é uma ferramenta incrível que funciona para diversos momentos da vida humana. Seja para se concentrar em uma tarefa importante no trabalho ou recuperar o bem-estar após uma crise familiar, as técnicas oferecidas pelo mindfulness oferecem a possibilidade de reconexão, relaxamento e foco no momento presente. 

Entretanto, o trabalho com yoga feito no Método Kaiut promove um caminho ainda mais eficiente para a meditação espontânea. Nós chamamos esse caminho de jointfulness. 

É o estado de presença e atenção plena obtido através do estímulo de uma ou mais articulações. Aqui, cada estímulo articular proporciona uma reconexão neurológica importante entre o corpo e a mente. 

Na concepção do Método Kaiut, cada posição de yoga é desenhada para ser um sistema de alavancas que atua biomecanicamente, estimulando um alinhamento entre o cérebro e cada parte do corpo. Esses estímulos funcionam como um realinhamento natural do organismo, fisico e neurologicamente com a nossa natureza ancestral altamente funcional.

Quando uma articulação é estimulada com muita segurança e consistência, o cérebro cria novas conexões neurais com o corpo todo, inclusive com a região estimulada. Isso dá condições para que áreas sem mobilidade do corpo, por exemplo, voltem a estar disponíveis. 

Essa é a lógica do jointfulness. Estimular as articulações para que o cérebro seja capaz de reorganizar-se e criar novas conexões neurais. É muito importante fazer essa reconexão neurológica com os movimentos do corpo, afinal, não é o corpo que muda o cérebro, mas o cérebro que muda o corpo!

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